sexta-feira, janeiro 09, 2009

Oficina de Introdução ao Teatro


















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quinta-feira, janeiro 08, 2009

O Teatroensaio deseja-vos:

O Dia Que Ficou Sempre De Noite


















“ O Dia que ficou sempre de noite “ é uma peça que aborda a temática da Ecologia e Sustentabilidade, onde se aprende a responsabilidade do ser humano para com o ambiente e a força do seu pensamento. Um espectáculo pensado especialmente para as crianças do primeiro ciclo e com conteúdos que podem ser aplicados ao projecto educativo anual das escolas.
Um espaço livre para dar asas à magia do teatro e à imaginação das crianças. Uma história contada por actores e marionetas para aprender a importância da água, da luz,das árvores e da vida em geral.

Sinopse
O dia que ficou sempre de noite, conta a “ESTÓRIA” de um grande pensador, que resolvia a maior parte dos grandes problemas de todo o mundo.
Um dia teve de resolver o maior de todos os problemas que alguma vez lhe tinham pedido para solucionar, eis que se deparou com uma situação muito desagradável, o local onde vivia era pequeno demais para as suas grandes idéias. Mudou-se para o campo começando assim uma nova etapa. No campo como não tinha supermercados nem lojas, o grande pensador começou a utilizar os meios que estavam à sua volta, neste caso a natureza. Gastou tanto, tanto, tanto que se deparou a viver quase num deserto. Uma das árvores que ele gastou era muito especial, era a árvore que acordava a Lua para ir chamar o Sol, mas como estava tão gasta e sem energia, uma noite a árvore não conseguiu acordá-la, ficando sempre de noite. O grande pensador teve então um grande problema à sua frente para resolver, arranjar maneira de ser dia de novo.

Ficha Artística
Encenação: Pedro Estorninho
Texto: António José Ferreira
interpretação: António Parra e Inês Leite
Voz Off: Liliana Rocha,Joana Alves dos Santos, Nina Vicente e Tiago Correia
Apoio Pedagógico: Joana Alves dos Santos
Cenografia e Marionetas: Inês Leite, Joana Alves dos Santos e Pedro Ferreira
Desenho de Luz: Francisco Tavares Teles
Produção: Jorge Baptista
Operação de Luz e som: Romeu Guimarães
Grafismo: Pedro Ferreira

Actividades
No final do espectáculo serão apresentadas algumas experiências científicas às crianças, de uma forma divertida e adaptada, de forma a que integrem melhor os conhecimentos adquiridos com a peça.
Também lhes será oferecida uma folha com recursos educativos e actividades, onde poderão brincar com as propostas artísticas .

Parcerias e Apoios:
IEFP – CACE Cultural do Porto
Panmixia Associação Cultural
CASAIS
ESMAE – IPP
ESE - IPP
MOLA

Parda




















Ficha Artística


Texto - Gil Vicente
Adaptação, direcção e encenação - Pedro Estorninho
Interpretação - Inês Leite
Cenografia - Ricardo Preto e Teresa Alpendurada
Desenho de luz - Francisco Tavares Teles
Sonoplastia - Rui Lima
Produção executiva - Vera Miranda

Sinopse

Maria Parda e o seu pranto foi (não nos falhe a memória) um dos primeiros monólogos escritos para uma personagem feminina. Gil Vicente escreveu-o em 1522.
Maria Parda retrata a estória (dentro da história) de uma mulher viciada em álcool, que habita nas ruas de Lisboa e busca incessantemente alguém ou algum tasqueiro que lhe fie um canudo de vinho.
Isto seria a sinopse que se adaptaria, mas Gil Vicente tem com este texto um sub-texto muito mais rico, profundo e humano tocando mesmo um dos assuntos eminentes, a Fome, a Mendigagem, a imposta Solidão e Miséria.
O Teatro Ensaio quis ir por um caminho pouco usual, decidiu uma abordagem mais fria, negra e não humorística desta peça.

TEatroensaio - Apresentação










Teatro Ensaio

Segundo o dicionário Porto Editora Ensaio quer dizer: 1 – avaliação das propriedades ou características de algo; teste; 2 – execução preparatória, total ou parcial, de peça teatral, musical, etc., antes da sua apresentação oficial ao público; 3 (fig.) tentativa; 4 – Lit. texto de análise e interpretação crítica de determinado assunto.
Sobre o teatro reservamo-nos ao direito de o não explicar e sim executá-lo.
O Teatro Ensaio não surge, não aparece, é projectado com a intenção de criar uma companhia, em que possamos abordar o texto, não deixando a parte plástica, cénica em défice, mas com a principal preocupação de criar espectáculos a partir da palavra.

Gostaríamos de deixar aqui uma lembrança de um dramaturgo e grande poeta que admiramos:

“ Um Povo que não cuida do seu teatro,
é um Povo amorfo e moribundo.”

Garcia Lorca