O TEatroensaio convida-o a assistir à Conferência:
Memórias de Guerra e de Futuro
Sexta-feira, dia 3 de Maio, 21h30
Associação de Jornalistas e Homens de Letras do
Porto
(Rua Rodrigues Sampaio, 140, Porto - ao Rivoli, TLF: 222 080 565)
Parceria AJHLP
Entrada Gratuita
com:
Jaime Froufe Andrade (jornalista e escritor)
Pedro Estorninho (dramaturgo, encenador e director artístico TEatroensaio)
Nuno F. Santos (jornalista)
--
Esta conferência é um evento paralelo de promoção do espectáculo
Estórias do Mato - a guerra colonial em palco
de 9 a 12 de Maio de 2013, pelas 21h30
Teatro Helena Sá e Costa
(Rua da Escola Normal, 39, Porto, TLF Bilheteira: 225 193 760)
Dramaturgia e encenação de Pedro Estorninho e música original de José Mário Branco, espectáculo criado a partir do livro "Não sabes como vais morrer" de Jaime Froufe Andrade (4ª edição, Colecção Memória perecível, AJHLP).
Sinopse:
No começo de um dos muitos debates que se têm feito sobre a guerra colonial e sobre os ex-combatentes, Alferes Isidro conta-nos a sua história, transportando-nos numa analepse que nos coloca no seu último dia de guerra e de África onde se encontra numa situação de espera com o Sargento João, contando um ao outro as suas histórias de guerra e do mato.
Dados sobre o espectáculo:
Duração: (aprox.) 1h
Classificação: maiores de 12 anos
Bilheteira: 225 193 760 / 961 631 382 (Aberta em dias de Espectáculo, duas horas antes do mesmo)
Preçário: Bilhetes Ex-Combatentes: 5€; Bilhetes Normais:10€; Bilhetes Jovens (25 anos)/Estudantes/ Reformados e Profissionais do Espectáculo: 5€: Grupos com ou mais de 10 pessoas: 7,50€
Teatro Helena Sá e Costa, Rua da Escola Normal, 39 Porto.
Ficha Artística:
Texto original: Jaime Froufe Andrade
Dramaturgia e Encenação: Pedro Estorninho
Música Original: José Mário Branco
Direcção de Produção: Inês Leite
Interpretação: José Topa, Paulinho Oliveira, Pedro Estorninho, Pedro Roquette;
Cenografia: Paulo Barrosa
Figurinos: Inês Mariana Moitas
Desenho de Luz e Som: Romeu Guimarães
Ficha Técnica:
Trailer e Registo Vídeo: Eduardo Morais
Registo Fotografia: Pedro Ferreira
Design Gráfico: Makeup Design / Augusto Pires
Documentário televisivo: TKNT (Co-Produção com o TEatroensaio)
sexta-feira, abril 26, 2013
segunda-feira, abril 15, 2013
TEatroensaio Fora de Palcos em Aveiro
Esta sexta-feira dia 19 de Abril de 2013, pelas 21h30
o TEatroensaio estará em Aveiro para mais um evento
Fora de Palcos.
Em parceria com a AJA núcleo de Aveiro, apresentaremos o Filme "Caos" e o Nº 1 da revista "Ensaios de Teatro".
No Mercado Negro, sala castanha.
Entrada Gratuita.
Com Eduardo Morais e Inês Leite
A não perder!
quinta-feira, abril 11, 2013
Estórias do Mato - a guerra colonial em palco
É já no dia 9 de maio que estreia a mais recente criação do TEatroensaio
Estórias do mato
a guerra colonial em palco
a partir do livro "Não sabes como vais morrer" de Jaime Froufe Andrade
dramaturgia e encenação de Pedro Estorninho
música original de José Mário Branco
Interpretação: José Topa, Paulinho Oliveira, Pedro Estorninho e Pedro Roquette.
De 9 a 12 de Maio de 2013, 21h30
Teatro Helena Sá e Costa
Entretanto o TEatroensaio deixa algumas pistas para esta nova produção:
Acção de promoção do espectáculo no evento "Bairro dos Livros"
parceria TEatroensaio/Clube de Leitores.
Produção Cultureprint
Sábado, 13 de Abril de 2013, 15h45m
Livraria Moreira da Costa
Leitura de excertos do livro por Inês Leite
Conferência "Memórias de Guerra e de Futuro"
com Jaime Froufe Andrade (autor) e Pedro Estorninho (Encenador)
Sexta-feira, 3 de maio de 2013, 21h30
Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto
Parceria TEatroensaio / AJHLP
quarta-feira, março 27, 2013
Mensagem do Dia Mundial de Teatro 2013
Mensagem do Dia Mundial
do Teatro 2013, escrita por Dario Fo:
Há uns anos atrás, o PODER, no máximo da sua intolerância, escorraçou os artistas dos seus países. Hoje em dia, os atores e as companhias sofrem com a dificuldade de encontrar espaços, teatros e público; tudo por conta da crise. Os governantes já não se preocupam em controlar quem os cita com ironia e sarcasmo, uma vez que os atores não têm espaços nem publico que os veja. Contrariamente ao que acontece hoje, no período da Renascença em Itália, os governantes tiveram enormes dificuldades em controlar os atores e comediantes que conseguiam mobilizar a sociedade para assistirem aos seus espetáculos. É sabido que o grande êxodo dos comediantes aconteceu no século da Contra-Reforma, quando foi decretado o desmantelamento de todos os espaços teatrais, especialmente em Roma, por serem acusados de desrespeito à cidade santa. O Papa Inocêncio XII, pressionado pela ala mais conservadora da burguesia e dos altos representantes do clero, ordenou em 1697 o encerramento do Teatro de Tordinona por se considerar que, neste local, diziam os mais moralistas, se faziam espetáculos considerados obscenos. Na época da Contra-Reforma, o Cardeal Charles Borromée, no norte de Itália, divulgou a consagração da redenção das “crianças milanesas” estabelecendo uma clara distinção dos nascidos na arte, como expressão máxima de educação espiritual, e o teatro, manifestação de profanação e leviandade. Numa carta endereçada aos seus colaboradores, que cito de memória, o Cardeal Charles Borromée exprime-se mais ou menos nos seguintes termos: “Nós que estamos empenhados em exterminar a planta maligna, tentaremos, lançando fogo aos textos e discursos infames, fazer com que estes se apaguem da memória dos homens, do mesmo modo que perseguiremos todos aqueles que teimem em divulgar os textos impressos. Sabemos que, enquanto nós dormirmos, o diabo estará atento, com atenção redobrada. Então, o que será mais premente, o que os olhos vêem ou o que se pode ler nos livros? O que será mais devastador para as mentes dos adolescentes e crianças, a palavra proferida com gestos apropriados, ou a palavra morta, impressa nos livros? É urgente expulsar das nossas cidades as gentes do teatro, tal como já fizemos com os espíritos indesejáveis”.
Logo, a única solução para a crise reside na esperança de uma grande caça às bruxas que estão contra nós, e sobretudo contra os jovens que querem aprender a arte do Teatro: só assim nascerá uma nova geração de comediantes que aproveitará desta nossa experiência e dela tirará benefícios inimagináveis na procura de novas formas de representação.
Dario Fo
Tradução:
Margarida Saraiva
Escola Superior de Teatro e Cinema
Há uns anos atrás, o PODER, no máximo da sua intolerância, escorraçou os artistas dos seus países. Hoje em dia, os atores e as companhias sofrem com a dificuldade de encontrar espaços, teatros e público; tudo por conta da crise. Os governantes já não se preocupam em controlar quem os cita com ironia e sarcasmo, uma vez que os atores não têm espaços nem publico que os veja. Contrariamente ao que acontece hoje, no período da Renascença em Itália, os governantes tiveram enormes dificuldades em controlar os atores e comediantes que conseguiam mobilizar a sociedade para assistirem aos seus espetáculos. É sabido que o grande êxodo dos comediantes aconteceu no século da Contra-Reforma, quando foi decretado o desmantelamento de todos os espaços teatrais, especialmente em Roma, por serem acusados de desrespeito à cidade santa. O Papa Inocêncio XII, pressionado pela ala mais conservadora da burguesia e dos altos representantes do clero, ordenou em 1697 o encerramento do Teatro de Tordinona por se considerar que, neste local, diziam os mais moralistas, se faziam espetáculos considerados obscenos. Na época da Contra-Reforma, o Cardeal Charles Borromée, no norte de Itália, divulgou a consagração da redenção das “crianças milanesas” estabelecendo uma clara distinção dos nascidos na arte, como expressão máxima de educação espiritual, e o teatro, manifestação de profanação e leviandade. Numa carta endereçada aos seus colaboradores, que cito de memória, o Cardeal Charles Borromée exprime-se mais ou menos nos seguintes termos: “Nós que estamos empenhados em exterminar a planta maligna, tentaremos, lançando fogo aos textos e discursos infames, fazer com que estes se apaguem da memória dos homens, do mesmo modo que perseguiremos todos aqueles que teimem em divulgar os textos impressos. Sabemos que, enquanto nós dormirmos, o diabo estará atento, com atenção redobrada. Então, o que será mais premente, o que os olhos vêem ou o que se pode ler nos livros? O que será mais devastador para as mentes dos adolescentes e crianças, a palavra proferida com gestos apropriados, ou a palavra morta, impressa nos livros? É urgente expulsar das nossas cidades as gentes do teatro, tal como já fizemos com os espíritos indesejáveis”.
Logo, a única solução para a crise reside na esperança de uma grande caça às bruxas que estão contra nós, e sobretudo contra os jovens que querem aprender a arte do Teatro: só assim nascerá uma nova geração de comediantes que aproveitará desta nossa experiência e dela tirará benefícios inimagináveis na procura de novas formas de representação.
Dario Fo
Tradução:
Margarida Saraiva
Escola Superior de Teatro e Cinema
segunda-feira, março 18, 2013
Oficina de Introdução ao Teatro de 5 a 7 de Abril
O TEatroensaio apresenta mais uma
Oficina de Introdução ao Teatro
Datas: 5,6 e 7 de Abril de 2013
Local: Cace Cultural do Porto
Formadores: Inês Leite e Pedro Estorninho
Horário: Sexta das 20h30 às 23h30, Sábado e domingo das 15h às 18h30
Horário: Sexta das 20h30 às 23h30, Sábado e domingo das 15h às 18h30
Local: Grande Auditório, Cace Cultural do Porto
(antiga central eléctrica, Rua do Freixo, 1071 - metro e cp: campanhã; Bus: 400 e 205 paragem EDP. Estacionamento Gratuito)
Curso para maiores de 15 anos
Número máximo de participantes: 20
Número mínimo de participantes: 8 (inscrições abertas até dia 2 de Abril, sujeito a confirmação)
Nº total de Horas: 10 horas;
Custo: 35 €/participante;
(os participantes deveram trazer fato-de-treino e sapatilhas)
Para mais informações ligue 918626345 ou 937017575.
Inscrições: teatroensaio@gmail.com
envie-nos um email com o seu nome completo,idade, contacto telefónico e morada.
Temas abordados na Oficina:
- História do Teatro;
- Dinâmicas de Grupo e Jogos Teatrais;
- Corpo;
- Voz;
- Improvisação;
- Interpretação.
Formadores:
Inês Leite
Licenciatura em Estudos Teatrais (2005) e Bacharelato em Teatro-Interpretação, ESMAE – IPP.
Como actriz trabalhou com encenadores como António Durães, Pedro Estorninho, Lee Beagley, José Carretas e em companhias como Panmixia AC, Produções Suplementares, Teatro das Beiras e TEatroensaio onde exerce o cargo de Directora desde a sua fundação. Em cinema trabalhou com Raquel Freire no filme “Veneno Cura” e Eduardo Sousa.
Como encenadora apresentou “Pássaro de Papel” (TEatroensaio, 2010), “Morte e Vida Severina” de João Cabral de Mello Neto (Grupo TERB-CAR e CCVF, Guimarães, 2010) e integra o Programa Paredes com Teatro, onde encenou 8 peças desde 2006, entre outros. Foi professora de Expressão Dramática durante vários anos.
Trabalhou como Assistente de Encenação com António Durães e Pedro Estorninho (TEatroensaio, 2009 e 2010) e João Mota (ESMAE – IPP,
2009-2010). Trabalhou como Orientadora de Projectos Independentes na ESMAE (2º Ano) durante o ano lectivo de 2009 e 2010.
envie-nos um email com o seu nome completo,idade, contacto telefónico e morada.
Temas abordados na Oficina:
- História do Teatro;
- Dinâmicas de Grupo e Jogos Teatrais;
- Corpo;
- Voz;
- Improvisação;
- Interpretação.
Formadores:
Inês Leite
Licenciatura em Estudos Teatrais (2005) e Bacharelato em Teatro-Interpretação, ESMAE – IPP.
Como actriz trabalhou com encenadores como António Durães, Pedro Estorninho, Lee Beagley, José Carretas e em companhias como Panmixia AC, Produções Suplementares, Teatro das Beiras e TEatroensaio onde exerce o cargo de Directora desde a sua fundação. Em cinema trabalhou com Raquel Freire no filme “Veneno Cura” e Eduardo Sousa.
Como encenadora apresentou “Pássaro de Papel” (TEatroensaio, 2010), “Morte e Vida Severina” de João Cabral de Mello Neto (Grupo TERB-CAR e CCVF, Guimarães, 2010) e integra o Programa Paredes com Teatro, onde encenou 8 peças desde 2006, entre outros. Foi professora de Expressão Dramática durante vários anos.
Trabalhou como Assistente de Encenação com António Durães e Pedro Estorninho (TEatroensaio, 2009 e 2010) e João Mota (ESMAE – IPP,
2009-2010). Trabalhou como Orientadora de Projectos Independentes na ESMAE (2º Ano) durante o ano lectivo de 2009 e 2010.
Pedro Estorninho
Actor e encenador em companhias portuguesas e estrangeiras: A Barraca, Teatro da Trindade, C.C.B., Casa Nostra, Théâtre Repetition de Paris, entre outras. Participou na Opera Oratorium “Une Femme de Parole” (compositor Thierry Machuel, encenação de Pierre Voltz -Nancy e Paris, 2006). Encenou “Pedras Negras” peça apresentada no Teatro Comunale de Benevento (2007, Nápoles Itália). Escreveu para Companhia de Teatro de Sintra, Festival Vicentino, Festival de Artes de Monsaraz, Telemaque (Marselha), Theatre Repetition de Paris, Theatre 1.
Publicou pela Editora
Utopia o livro de contos “LX Contos”. Foi Conselheiro da Cultura do comité da
Casa de Portugal Paris, Director da Companhia de Teatro de Portel. É Director
Artístico da companhia TEatroensaio.
sábado, março 16, 2013
Lançamento do Livro de Poemas "Onde (in)escrevo os Amigos" de Pedro Estorninho
No Dia Mundial da Poesia
O TEatroensaio convida-o a assistir ao Lançamento do Livro
Onde [in]escrevo os Amigos
de Pedro Estorninho
Quinta-feira, 21 de Março de 2013, 19h
Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto
(Rua Rodrigues Sampaio, Nº 140, Porto)
Programa:
Apresentação: Nuno F. Santos (Jornalista)
Música: Companhia da Bruma
Poemas Lidos por: Inês Leite, Paulo Oliveira, Pedro Carvalho, Valdemar Santos
Apoios: Makeup Design, Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto, TEatroensaio, vinhos Fonseca apoia a cultura.
O Livro pelo autor:
O TEatroensaio convida-o a assistir ao Lançamento do Livro
Onde [in]escrevo os Amigos
de Pedro Estorninho
Quinta-feira, 21 de Março de 2013, 19h
Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto
(Rua Rodrigues Sampaio, Nº 140, Porto)
Programa:
Apresentação: Nuno F. Santos (Jornalista)
Música: Companhia da Bruma
Poemas Lidos por: Inês Leite, Paulo Oliveira, Pedro Carvalho, Valdemar Santos
Apoios: Makeup Design, Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto, TEatroensaio, vinhos Fonseca apoia a cultura.
O Livro pelo autor:
“Onde
[in]escrevo os Amigos” trata e trata-se exactamente de uma inscrição. Não sei
se lhe posso chamar poesia, nem, confesso, foi uma preocupação a forma com que
escrevi este último livro. Preocupei-me sim em (in)escrever as coisas, as
pessoas e a ilações que vou tirando do que por mim passa, tem passado.
Insisto na palavra (in)escrever, pois
parece-me que a inscrição é muito mais forte e profunda.
É como uma tatuagem interior, como se
pudéssemos tatuar-nos por dentro, tatuar o coração, os músculos, os ossos, quem
sabe tatuar a alma. Porque (in)escrever amigos é certamente muito melhor do que
escrevê-los.
Passeando-me, agora mais com as revisões e
tratamento do livro, por estes escritos vejo-o como uma inscrição minha na
pedra, talhando-a e efectivamente colocando lá, acima já o referi, pessoas,
acontecimentos, estórias, etc.
Se são poemas? Poderão ser, quem sabe.
Pedro
Estorninho
quinta-feira, março 07, 2013
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