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quinta-feira, maio 09, 2013
quinta-feira, maio 02, 2013
Espectáculo "Estórias do Mato- A guerra colonial em palco"
De 9 a 12 de Maio de 2013, 21h30, Teatro Helena Sá e Costa, Porto
Ficha Artística:
Texto original: Jaime Froufe Andrade
Texto original: Jaime Froufe Andrade
Dramaturgia e Encenação: Pedro Estorninho
Música Original: José
Mário Branco
Direcção de Produção: Inês Leite
Interpretação: José Topa, Paulinho Oliveira, Pedro
Estorninho, Pedro Roquette;
Cenografia: Paulo Barrosa
Figurinos: Inês Mariana Moitas
Desenho de Luz e Som: Romeu Guimarães
Música Interpretada por: João Lóio
Ficha Técnica:
Registo Áudio: Ricardo Gandra
Registo Áudio: Ricardo Gandra
Trailer e Registo Vídeo: Eduardo Morais
Registo Fotografia: Pedro Ferreira
Design Gráfico: Makeup Design / Augusto Pires
Documentário televisivo: TKNT (Co-Produção com o
TEatroensaio)
Texto Original: “Não sabes como vais morrer” - 7 mais 1
histórias de guerra de Jaime Froufe de Andrade, colecção Memória Perecível da
Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto (4ª edição, ISBN:
978-972-622-025-1)
Apoios:
THSC, Cace Cultural do Porto/IEFP-IP, TNSJ, Esmae/IPP, Serviços
Áudio Esmae/IPP, Moagem Ceres S. A., Vinhos Fonseca, AJA Norte, Makeup Design,
TKNT, AJHLP, Clube de Leitores.
sexta-feira, abril 26, 2013
Conferência "Memórias de Guerra e de Futuro"
O TEatroensaio convida-o a assistir à Conferência:
Memórias de Guerra e de Futuro
Sexta-feira, dia 3 de Maio, 21h30
Associação de Jornalistas e Homens de Letras do
Porto
(Rua Rodrigues Sampaio, 140, Porto - ao Rivoli, TLF: 222 080 565)
Parceria AJHLP
Entrada Gratuita
com:
Jaime Froufe Andrade (jornalista e escritor)
Pedro Estorninho (dramaturgo, encenador e director artístico TEatroensaio)
Nuno F. Santos (jornalista)
--
Esta conferência é um evento paralelo de promoção do espectáculo
Estórias do Mato - a guerra colonial em palco
de 9 a 12 de Maio de 2013, pelas 21h30
Teatro Helena Sá e Costa
(Rua da Escola Normal, 39, Porto, TLF Bilheteira: 225 193 760)
Dramaturgia e encenação de Pedro Estorninho e música original de José Mário Branco, espectáculo criado a partir do livro "Não sabes como vais morrer" de Jaime Froufe Andrade (4ª edição, Colecção Memória perecível, AJHLP).
Sinopse:
No começo de um dos muitos debates que se têm feito sobre a guerra colonial e sobre os ex-combatentes, Alferes Isidro conta-nos a sua história, transportando-nos numa analepse que nos coloca no seu último dia de guerra e de África onde se encontra numa situação de espera com o Sargento João, contando um ao outro as suas histórias de guerra e do mato.
Dados sobre o espectáculo:
Duração: (aprox.) 1h
Classificação: maiores de 12 anos
Bilheteira: 225 193 760 / 961 631 382 (Aberta em dias de Espectáculo, duas horas antes do mesmo)
Preçário: Bilhetes Ex-Combatentes: 5€; Bilhetes Normais:10€; Bilhetes Jovens (25 anos)/Estudantes/ Reformados e Profissionais do Espectáculo: 5€: Grupos com ou mais de 10 pessoas: 7,50€
Teatro Helena Sá e Costa, Rua da Escola Normal, 39 Porto.
Ficha Artística:
Texto original: Jaime Froufe Andrade
Dramaturgia e Encenação: Pedro Estorninho
Música Original: José Mário Branco
Direcção de Produção: Inês Leite
Interpretação: José Topa, Paulinho Oliveira, Pedro Estorninho, Pedro Roquette;
Cenografia: Paulo Barrosa
Figurinos: Inês Mariana Moitas
Desenho de Luz e Som: Romeu Guimarães
Ficha Técnica:
Trailer e Registo Vídeo: Eduardo Morais
Registo Fotografia: Pedro Ferreira
Design Gráfico: Makeup Design / Augusto Pires
Documentário televisivo: TKNT (Co-Produção com o TEatroensaio)
Memórias de Guerra e de Futuro
Sexta-feira, dia 3 de Maio, 21h30
Associação de Jornalistas e Homens de Letras do
Porto
(Rua Rodrigues Sampaio, 140, Porto - ao Rivoli, TLF: 222 080 565)
Parceria AJHLP
Entrada Gratuita
com:
Jaime Froufe Andrade (jornalista e escritor)
Pedro Estorninho (dramaturgo, encenador e director artístico TEatroensaio)
Nuno F. Santos (jornalista)
--
Esta conferência é um evento paralelo de promoção do espectáculo
Estórias do Mato - a guerra colonial em palco
de 9 a 12 de Maio de 2013, pelas 21h30
Teatro Helena Sá e Costa
(Rua da Escola Normal, 39, Porto, TLF Bilheteira: 225 193 760)
Dramaturgia e encenação de Pedro Estorninho e música original de José Mário Branco, espectáculo criado a partir do livro "Não sabes como vais morrer" de Jaime Froufe Andrade (4ª edição, Colecção Memória perecível, AJHLP).
Sinopse:
No começo de um dos muitos debates que se têm feito sobre a guerra colonial e sobre os ex-combatentes, Alferes Isidro conta-nos a sua história, transportando-nos numa analepse que nos coloca no seu último dia de guerra e de África onde se encontra numa situação de espera com o Sargento João, contando um ao outro as suas histórias de guerra e do mato.
Dados sobre o espectáculo:
Duração: (aprox.) 1h
Classificação: maiores de 12 anos
Bilheteira: 225 193 760 / 961 631 382 (Aberta em dias de Espectáculo, duas horas antes do mesmo)
Preçário: Bilhetes Ex-Combatentes: 5€; Bilhetes Normais:10€; Bilhetes Jovens (25 anos)/Estudantes/ Reformados e Profissionais do Espectáculo: 5€: Grupos com ou mais de 10 pessoas: 7,50€
Teatro Helena Sá e Costa, Rua da Escola Normal, 39 Porto.
Ficha Artística:
Texto original: Jaime Froufe Andrade
Dramaturgia e Encenação: Pedro Estorninho
Música Original: José Mário Branco
Direcção de Produção: Inês Leite
Interpretação: José Topa, Paulinho Oliveira, Pedro Estorninho, Pedro Roquette;
Cenografia: Paulo Barrosa
Figurinos: Inês Mariana Moitas
Desenho de Luz e Som: Romeu Guimarães
Ficha Técnica:
Trailer e Registo Vídeo: Eduardo Morais
Registo Fotografia: Pedro Ferreira
Design Gráfico: Makeup Design / Augusto Pires
Documentário televisivo: TKNT (Co-Produção com o TEatroensaio)
segunda-feira, abril 15, 2013
TEatroensaio Fora de Palcos em Aveiro
Esta sexta-feira dia 19 de Abril de 2013, pelas 21h30
o TEatroensaio estará em Aveiro para mais um evento
Fora de Palcos.
Em parceria com a AJA núcleo de Aveiro, apresentaremos o Filme "Caos" e o Nº 1 da revista "Ensaios de Teatro".
No Mercado Negro, sala castanha.
Entrada Gratuita.
Com Eduardo Morais e Inês Leite
A não perder!
quinta-feira, abril 11, 2013
Estórias do Mato - a guerra colonial em palco
É já no dia 9 de maio que estreia a mais recente criação do TEatroensaio
Estórias do mato
a guerra colonial em palco
a partir do livro "Não sabes como vais morrer" de Jaime Froufe Andrade
dramaturgia e encenação de Pedro Estorninho
música original de José Mário Branco
Interpretação: José Topa, Paulinho Oliveira, Pedro Estorninho e Pedro Roquette.
De 9 a 12 de Maio de 2013, 21h30
Teatro Helena Sá e Costa
Entretanto o TEatroensaio deixa algumas pistas para esta nova produção:
Acção de promoção do espectáculo no evento "Bairro dos Livros"
parceria TEatroensaio/Clube de Leitores.
Produção Cultureprint
Sábado, 13 de Abril de 2013, 15h45m
Livraria Moreira da Costa
Leitura de excertos do livro por Inês Leite
Conferência "Memórias de Guerra e de Futuro"
com Jaime Froufe Andrade (autor) e Pedro Estorninho (Encenador)
Sexta-feira, 3 de maio de 2013, 21h30
Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto
Parceria TEatroensaio / AJHLP
quarta-feira, março 27, 2013
Mensagem do Dia Mundial de Teatro 2013
Mensagem do Dia Mundial
do Teatro 2013, escrita por Dario Fo:
Há uns anos atrás, o PODER, no máximo da sua intolerância, escorraçou os artistas dos seus países. Hoje em dia, os atores e as companhias sofrem com a dificuldade de encontrar espaços, teatros e público; tudo por conta da crise. Os governantes já não se preocupam em controlar quem os cita com ironia e sarcasmo, uma vez que os atores não têm espaços nem publico que os veja. Contrariamente ao que acontece hoje, no período da Renascença em Itália, os governantes tiveram enormes dificuldades em controlar os atores e comediantes que conseguiam mobilizar a sociedade para assistirem aos seus espetáculos. É sabido que o grande êxodo dos comediantes aconteceu no século da Contra-Reforma, quando foi decretado o desmantelamento de todos os espaços teatrais, especialmente em Roma, por serem acusados de desrespeito à cidade santa. O Papa Inocêncio XII, pressionado pela ala mais conservadora da burguesia e dos altos representantes do clero, ordenou em 1697 o encerramento do Teatro de Tordinona por se considerar que, neste local, diziam os mais moralistas, se faziam espetáculos considerados obscenos. Na época da Contra-Reforma, o Cardeal Charles Borromée, no norte de Itália, divulgou a consagração da redenção das “crianças milanesas” estabelecendo uma clara distinção dos nascidos na arte, como expressão máxima de educação espiritual, e o teatro, manifestação de profanação e leviandade. Numa carta endereçada aos seus colaboradores, que cito de memória, o Cardeal Charles Borromée exprime-se mais ou menos nos seguintes termos: “Nós que estamos empenhados em exterminar a planta maligna, tentaremos, lançando fogo aos textos e discursos infames, fazer com que estes se apaguem da memória dos homens, do mesmo modo que perseguiremos todos aqueles que teimem em divulgar os textos impressos. Sabemos que, enquanto nós dormirmos, o diabo estará atento, com atenção redobrada. Então, o que será mais premente, o que os olhos vêem ou o que se pode ler nos livros? O que será mais devastador para as mentes dos adolescentes e crianças, a palavra proferida com gestos apropriados, ou a palavra morta, impressa nos livros? É urgente expulsar das nossas cidades as gentes do teatro, tal como já fizemos com os espíritos indesejáveis”.
Logo, a única solução para a crise reside na esperança de uma grande caça às bruxas que estão contra nós, e sobretudo contra os jovens que querem aprender a arte do Teatro: só assim nascerá uma nova geração de comediantes que aproveitará desta nossa experiência e dela tirará benefícios inimagináveis na procura de novas formas de representação.
Dario Fo
Tradução:
Margarida Saraiva
Escola Superior de Teatro e Cinema
Há uns anos atrás, o PODER, no máximo da sua intolerância, escorraçou os artistas dos seus países. Hoje em dia, os atores e as companhias sofrem com a dificuldade de encontrar espaços, teatros e público; tudo por conta da crise. Os governantes já não se preocupam em controlar quem os cita com ironia e sarcasmo, uma vez que os atores não têm espaços nem publico que os veja. Contrariamente ao que acontece hoje, no período da Renascença em Itália, os governantes tiveram enormes dificuldades em controlar os atores e comediantes que conseguiam mobilizar a sociedade para assistirem aos seus espetáculos. É sabido que o grande êxodo dos comediantes aconteceu no século da Contra-Reforma, quando foi decretado o desmantelamento de todos os espaços teatrais, especialmente em Roma, por serem acusados de desrespeito à cidade santa. O Papa Inocêncio XII, pressionado pela ala mais conservadora da burguesia e dos altos representantes do clero, ordenou em 1697 o encerramento do Teatro de Tordinona por se considerar que, neste local, diziam os mais moralistas, se faziam espetáculos considerados obscenos. Na época da Contra-Reforma, o Cardeal Charles Borromée, no norte de Itália, divulgou a consagração da redenção das “crianças milanesas” estabelecendo uma clara distinção dos nascidos na arte, como expressão máxima de educação espiritual, e o teatro, manifestação de profanação e leviandade. Numa carta endereçada aos seus colaboradores, que cito de memória, o Cardeal Charles Borromée exprime-se mais ou menos nos seguintes termos: “Nós que estamos empenhados em exterminar a planta maligna, tentaremos, lançando fogo aos textos e discursos infames, fazer com que estes se apaguem da memória dos homens, do mesmo modo que perseguiremos todos aqueles que teimem em divulgar os textos impressos. Sabemos que, enquanto nós dormirmos, o diabo estará atento, com atenção redobrada. Então, o que será mais premente, o que os olhos vêem ou o que se pode ler nos livros? O que será mais devastador para as mentes dos adolescentes e crianças, a palavra proferida com gestos apropriados, ou a palavra morta, impressa nos livros? É urgente expulsar das nossas cidades as gentes do teatro, tal como já fizemos com os espíritos indesejáveis”.
Logo, a única solução para a crise reside na esperança de uma grande caça às bruxas que estão contra nós, e sobretudo contra os jovens que querem aprender a arte do Teatro: só assim nascerá uma nova geração de comediantes que aproveitará desta nossa experiência e dela tirará benefícios inimagináveis na procura de novas formas de representação.
Dario Fo
Tradução:
Margarida Saraiva
Escola Superior de Teatro e Cinema
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